Durante comentário sobre a operação policial realizada no Rio de Janeiro, o rapper Oruam afirmou que, ao “tirar o fuzil da mão”, existe um ser humano por trás dos confrontos. Ele ressaltou que considera anormal o número de mortes em comunidades durante ações do Estado, citando o caso recente em que cerca de 70 pessoas teriam sido mortas em operação na favela.
Oruam, que cresceu no Complexo da Penha e é filho de um líder de facção criminosa, destacou que a criminalidade muitas vezes surge da falta de oportunidades. Ele também lembrou sua própria trajetória na comunidade e mencionou ter deixado a prisão em setembro, após ficar 69 dias detido preventivamente no presídio Bangu 3A.
As declarações do artista repercutem ao abordar a relação entre segurança pública, desigualdade social e direitos humanos nas favelas cariocas.
Com folha de São Paulo/ Foto: reprodução


















